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Aprendendo a degustar de vinhos corretamente.

Aprendendo a degustar de vinhos corretamente

Você provavelmente já se deparou com esta situação: A criatura pega a taça, olha, olha. Depois passa a girar e a cheirar umas quinze, vinte vezes e aposto que você já deve ter pensado: Nossa, mas parece um idiota!

Será mesmo que isso não tem fundamento nenhum? Digo mais, uma hora você vai se pegar fazendo tudo isso também. O que vai determinar uma boa experiência é sua técnica de análise em degustação.

E é sobre isso que vamos falar hoje: Como degustar um vinho corretamente e utilizando estas técnicas. Pode ficar tranquilo, que utilizando corretamente você vai se tornar um fera na degustação! As fases são bem simples: Visual, olfativa e gustativa e vamos explica-las agora!

Fase visual

Essa é a parte que, provavelmente, você acha mais engraçada! Mas ela é essencial para degustação. Não é só ficar olhando a taça, viu? Você vai precisar de um ambiente claro, preferencialmente com fundo branco. Com a taça ao alcance da vista, é hora de procurar transparência ou notar alguns sedimentos no vinho.

Fique calmo, sedimentos não são indicativo de falta de qualidade, isso pode acontecer no processo de elaboração ou de guarda. Preste atenção nas cores, na intensidade delas. Por fim, note se há lágrimas. Elas indicam a intensidade de álcool ou de açúcar.

Fase olfativa

No início é simplesmente identificar se o cheiro é forte ou mais fraquinho, mas calma que tem mais coisas! É aqui que você dá aquela giradinha na taça. Para que o vinho fique mais aerado, mais volatizado e assim, exale mais aromas.

O vinho libera moléculas aromáticas que podem ser tanto da fruta ou do processo de guarda. O segredo é treinar seu nariz para identificar na taça, aromas que você já conhece e já sentiu ao longo da vida, suas memórias olfativas.

Fase gustativa

A etapa final! E aqui você precisa saber tudo sobre as papilas gustativas. Na ponta da nossa língua, sentimos o doce. Nas partes laterais da frente, o salgado. Nas laterais de trás, o ácido e lá no finzinho da língua, o amargo. No centro dela, sentimos o gosto umami.

A intenção é sentir e detectar todos os sabores e aromas gustativos daquele vinho. Para isso, fazemos o bochecho o deixamos o vinho passear pela nossa boca para sentirmos o álcool ou os aromas da boca, o famoso retrogosto. Boca e nariz estão conectados. Já comeu algo quando estava gripado e achou sem gosto? Pois é! Não era a comida sem gosto, era a falta dos aromas.

E aí, gostou do conteúdo? Mande para o seu amigo que faz estas etapas e descubra se ele é um fera dos vinhos!

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